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Notebooks ultrafinos sacrificam portas em nome do design

A busca por aparelhos cada vez mais leves cobra o preço da conectividade. Usuários reclamam da dependência de adaptadores.

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Lucas Ayala
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Notebooks ultrafinos sacrificam portas em nome do design
Foto: Imagem ilustrativa · Digitorack

A busca por aparelhos cada vez mais leves cobra o preço da conectividade. Usuários reclamam da dependência de adaptadores.

A nova geração de notebooks ultrafinos aposta em chassi leve e perfil reduzido, mas paga um preço claro: o corte no número de portas físicas disponíveis para o usuário.

A tendência dos aparelhos minimalistas

Muitos modelos chegam ao mercado com apenas uma ou duas entradas, todas do mesmo padrão. Conectar um monitor externo, um pendrive antigo e o carregador ao mesmo tempo vira um quebra-cabeça.

O incômodo dos adaptadores

A solução empurrada pelos fabricantes é o adaptador, um acessório extra que ocupa espaço na mochila e some na hora errada. Para quem viaja a trabalho, o item virou companheiro obrigatório.

Quem perde e quem ganha

Profissionais criativos e de tecnologia, que conectam muitos periféricos, são os mais prejudicados. Já o usuário casual, que liga pouca coisa, raramente sente falta das portas ausentes.

O que avaliar na compra

Os fabricantes defendem que a maioria do público já migrou para acessórios sem fio e armazenamento em nuvem. O argumento faz sentido para parte do público, mas ignora quem ainda depende de cabos.

Antes de comprar, vale listar quais dispositivos serão conectados no dia a dia. Um aparelho lindo e leve perde a graça se exigir uma sacola de adaptadores para funcionar como antes.

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Análises independentes sobre maquininhas, pagamentos e empreendedorismo no Brasil. Conteúdo editorial sem viés comercial.

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